12/29/2006

Poesia

Poesia é o diz-que-não-diz, cochicha no ouvido da menina e vai ao alto mar com o pescador.

Ei! Psiu!

Não percebes o TAMANHO de tua obviedade?

Reabrindo a caixinha de lembranças - REvisitação

Não mais te desejar. Para isso, não há razão. Talvez algo construído por mim mesma. Mas que encontra encalço em seu fingido desdém. Se entre quatro paredes, me dissolvo sem censura, em meio ao ruído solitário da multidão, o confuso e o conflito evocam a minha aspereza e a minha infidelidade. Teu afeto não é capaz de consolar minha alma e planta em minha terra a semente do queira-ou-não-queira, do maldito e do incerto, com o enfeite do possível. Não há água nem sol, nem tempo e dedicação que transpareça o verde em mim.

Inspiração

Inquieto.
"Pega! Pega!
Ixi! Já foi, veio voando e desapareceu!"
Agir por impulso é uma delícia,
pena que o amargo posterior tira o gostinho doce da boca (aquele da adrenalina instantânea).