Não mais te desejar. Para isso, não há razão. Talvez algo construído por mim mesma. Mas que encontra encalço em seu fingido desdém. Se entre quatro paredes, me dissolvo sem censura, em meio ao ruído solitário da multidão, o confuso e o conflito evocam a minha aspereza e a minha infidelidade. Teu afeto não é capaz de consolar minha alma e planta em minha terra a semente do queira-ou-não-queira, do maldito e do incerto, com o enfeite do possível. Não há água nem sol, nem tempo e dedicação que transpareça o verde em mim.